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Cavalinha (Equisetum arvense L.)

Sabor: levemente salgado e amargo

Pacifica Pitta e Kapha e aumenta Vata


Considera-se que a cavalinha tem mais de 300 milhões de anos e é uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo. Sua melhor forma de consumo interno é através de manipulação. A planta in natura é mais recomendada para uso externo. Deve ser acompanhada de dieta rica em Vitamina B, pois seu uso interno elimina esta vitamina.

As propriedades desta planta se devem aos seus múltiplos componentes, especialmente a sílica ­ cuja importância é fundamental na consolidação do nosso esqueleto; e a cavalinha é uma das plantas mais ricas neste componente. Era utilizada na Idade Média para clarear potes e vasilhas devido a sua ação abrasiva.

Suas principais ações são diurética e remineralizante, por ser rica em minerais. Apresenta ainda ações anti-inflamatórias, hemostática, diaforética, cicatrizante, antiacne e inibidora da secreção sebácea da pele.

A cavalinha é considerada eficaz na depuração e limpeza do sangue e das vias urinárias, tendo um reconhecido efeito que auxilia na remoção de cálculos renais, ureteres e bexiga. Pode ser usado em mulheres com fluxo menstrual excessivo.


Usos

Infusão ou decocção: 2 a 3g para 100ml de água. Tomar 100ml de duas a cinco vezes ao dia.

No uso externo, pode ser aplicada a decocção para auxiliar na cicatrização de feridas, micoses, acne. Indicada também para tonificar a pele e contra a queda de cabelos.


* Devido aos seus efeitos abrasivos e irritantes, a cavalinha deve ser usada dentro das doses terapêuticas (não exceder 5g do pó ao dia), e seu uso prolongado requer acompanhamento médico.

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